A nova geração de automóveis da Nissan incluía sedãs de luxo de alto desempenho.

Confira os preços
Eles apresentavam controle eletrônico, tração nas quatro rodas
com divisão variável, direção nas quatro rodas, motor ‘inteligente’ e sistema de
navegação por satélite, além de outras inovações tecnológicas. Claramente, a
administração da Nissan havia assumido o compromisso de aumentar os gastos
com pesquisa e desenvolvimento. Em 1986, a Nissan informou que o orçamento
da empresa para pesquisa e desenvolvimento atingiu ¥170 bilhões, ou 4,5% das
vendas líquidas.
Durante o final da década de 1980, a Nissan avaliou as tendências futuras do
consumidor. A partir dessa análise, a Nissan previu que os consumidores
prefeririam um carro com alto desempenho, alta velocidade, estilo inovador e
opções versáteis.
Todos esses fatores foram levados em consideração para formar ‘uma imagem
clara do carro no ambiente em que será usado’, disse Yukio Miyamori, diretor da
Nissan. As diferenças culturais também foram consideradas nesta avaliação. Um
resultado dessa extensa análise de mercado foi a introdução da empresa em
1989 de sua linha Infiniti de automóveis de luxo.
O uso de robótica e projeto e fabricação auxiliados por computador reduziram o
tempo necessário para cálculos de características de aerodinâmica, combustão,
ruído e vibração, permitindo que a Nissan tenha uma vantagem nos mercados
interno e externo. A estratégia da administração da Nissan durante o final da
década de 1980 era melhorar a produtividade da empresa e, assim, aumentar a
competitividade futura.

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